Crítica de FRONTEIRAS no Novas da Galiza
Xan Gómez Viñas escribiu no número do 15 de outubro ao 15 de novembro do xornal Novas da Galiza unha crítica sobre o documental FRONTEIRAS:
Assim, em 'Fronteiras', nomeadamente na sua primeira parte, as opinions dos 'expertos' solapáromse de tal maneira que, por exemplo, aos membros da Academia da Língua Asturiana responderá de um modo tam imediato como implacável Méndez Ferrín, a quem se atribui no filme o direito da última palavra. Assim, a estrutura do documentário perde a sua condiçom dialéctica para tornarse diálogo fechado em que apenas mudarám os postulados iniciais, por outra parte já conhecidos, de cada um dos entrevistados, fazendo inútil a longa duraçom –quase umha hora- da fita. Mesmo assim, 'Fronteiras' emerge como documento fílmico da diglossia e a perda de identidade dos galego falantes, tanto dentro como fora da Galiza oficial. Intervençons como a de um labrego de Sanabria quem, num perfeito galego, expom "isto nom é Galiza nem o caralho...", aproxima-nos à origem do problema de maneira muito mais viva e directa que os sucessivos debates filológicos sem saída à vista.
Ademais dalgunhas outras opinións sobre FRONTEIRAS, Gómez Viñas toca a interesante cuestión da presunta obxectividade do xénero documental, que di non ter atopado no traballo de Rubén Pardiñas (aínda que non explica se isto lle parece ben ou mal).
Ler a crítica completa na páxina 18 do Novas da Galiza - 59
Assim, em 'Fronteiras', nomeadamente na sua primeira parte, as opinions dos 'expertos' solapáromse de tal maneira que, por exemplo, aos membros da Academia da Língua Asturiana responderá de um modo tam imediato como implacável Méndez Ferrín, a quem se atribui no filme o direito da última palavra. Assim, a estrutura do documentário perde a sua condiçom dialéctica para tornarse diálogo fechado em que apenas mudarám os postulados iniciais, por outra parte já conhecidos, de cada um dos entrevistados, fazendo inútil a longa duraçom –quase umha hora- da fita. Mesmo assim, 'Fronteiras' emerge como documento fílmico da diglossia e a perda de identidade dos galego falantes, tanto dentro como fora da Galiza oficial. Intervençons como a de um labrego de Sanabria quem, num perfeito galego, expom "isto nom é Galiza nem o caralho...", aproxima-nos à origem do problema de maneira muito mais viva e directa que os sucessivos debates filológicos sem saída à vista.
Ademais dalgunhas outras opinións sobre FRONTEIRAS, Gómez Viñas toca a interesante cuestión da presunta obxectividade do xénero documental, que di non ter atopado no traballo de Rubén Pardiñas (aínda que non explica se isto lle parece ben ou mal).
Ler a crítica completa na páxina 18 do Novas da Galiza - 59


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